Olá pessoas, vida nerd e próspera! Contarei aqui um pouco da minha trajetória no RPG e os motivos pelo qual adentrei esse universo fantástico e hoje narro.
Em 2019 tive um contato diferenciado com o RPG, através do meu esposo, também narrador de longa data e do grupo de amigos Tijolada Vorpal. Embora já conhecesse o hobby anos antes, tive experiências ruins e me afastei totalmente e por muito tempo. Porém ao perceber a diversão, criatividade em trazer mundos fantásticos à nossa realidade, decidi criar minha primeira e inesquecível personagem: Nastya Vektari, uma meio-orc bárbara beberrona, no qual passei momentos agradáveis com o pessoal.
Em pleno 2025, depois de finalmente superar a ansiedade e o receio de fazer feio, decidi narrar pela primeira vez. Confesso que fiquei com aquele friozinho na barriga, imaginando se ia errar e tornar a seção um "saco" para as jogadoras, mas uma vez que comecei, o resultado saiu melhor do que eu esperava. E o mais importante: Não foi complicado como eu imaginava, só foi preciso ter em mente as regras e utilizá-las no momento apropriado, e as meninas adoraram a narrativa e a sensação de poder trazer tais personagens e cenários "à vida" foi indescritível.
Quanto ao sistema, Lasers e Sentimentos, do autor John Harper ele é ótimo para one shots e o personagem tem apenas um atributo que os define. Tornando a aventura mais intuitiva, com mais liberdade interpretativa e sem regras complicadas, que podem confundir jogadores iniciantes.
Porém tenho de agradecer o incentivo do meu esposo Lázaro Júnior, o Arauto. Sem ele, eu não teria explorado meu potencial criativo e me divertido tanto com jogadoras tão bacanas numa aventura tão instigante como foi Crise além da Fronteira Final e claro, sou grata à Manoela Barreto, idealizadora do Manas e Dados por ter criado um espaço acolhedor e seguro para mulheres como foi o evento. Precisamos de mais representatividade no RPG e a Manu nos deu essa incrível oportunidade!

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